Uso do dienogeste em mulheres com endometriose: uma revisão integrativa

In: Revista Coopex. · 2023 · vol. 14(5) , pp. 4350–4378 · doi:10.61223/coopex.v14i5.469 · W4394897851
article OA: hybrid CC0
AI-generated summary by claude@2026-06, 2026-06-08

This integrative review analyzed recent studies and found dienogest effectively improves endometriosis symptoms, quality of life, and reduces bleeding, with few side effects, and is comparable to GnRHa in assisted reproduction.

One-sentence paraphrase of the abstract; not a substitute for reading it. No clinical advice. How this works

Abstract

Objetivo: O objetivo desta revisão é reunir e analisar os estudos mais recentes sobre as diversas formas de atuação do dienogeste (DNG) na endometriose. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa de literatura que utilizou artigos de 2018 a 2023, sem restrição de idioma, consultados nas bases de dados Scientific Electronic Library Online, Medical Literature Analysis and Retrieval System Online e Literatura Latino-americana e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Foram utilizados os descritores “endometriosis” e “dienogest”, combinados através do operador boleano AND nas plataformas escolhidas. Foram captados 20 artigos inicialmente, sendo selecionados 13 estudos clínicos primários para compor a coleção final da revisão. Resultados e discussão: Com relação ao uso do DNG na endometriose, houve melhora nos sintomas clínicos referidos, na qualidade de vida, no aspecto social, físico e emocional, além de diminuição progressiva dos sangramentos e spottings referidos em alguns estudos, sendo observada redução dos episódios com o tratamento continuado. Ademais, esse progestagênio esteve associado a poucos efeitos colaterais e foi bem eficaz na redução de dor pélvica e dispareunia em mulheres com endometriose grave. As reações adversas mais comuns com o DNG incluíram aumento de peso, cefaleia, desconforto mamário, acne, náusea e sangramento uterino anormal (SUA), sendo esta a reação mais frequente. Com relação à terapia de reprodução assistida, não houve inferioridade em termos de resposta ovariana, resultados de gravidez e qualidade de vida na supressão da endometriose antes da estimulação ovariana com DNG em comparação ao agonista do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRHa). Conclusão: O DNG tem sido uma opção válida, segura e bem tolerada no manejo da endometriose. No entanto, estudos mais específicos são necessários para que conclusões mais fidedignas sejam feitas acerca da atuação do DNG no manejo das diversas condições fisiopatológicas que compõem a endometriose.

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openalex
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